Segunda-feira, 16 de Junho de 2008

Caminho

Como o errante do destino que corre desenfreado para um fim sem retorno, andamos todos, meros pedintes da luz que já não ilumina.

Mas que dizer de uma solidariedade que já não é ajuda mas paga de preço medido, sem ser igualitário?

E que significado assume o solidário? Ou será a solidão uma alma de voo longo e raso por entre as brumas de uma vida que corre por entre bravios e revoltosos mares de desesperança...

 

1 comentário:
De Topa a 17 de Junho de 2008 às 17:35
Lembra-me de te arranjar um dia destes o FMI do José Mário Branco. No final ele canta "Ser solid(t)ário". O seguimento total é fantástico e vai, creio eu, um pouco, na onda desta entrada.


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